Ou, melhor, é viável pedir para sair?
Encontrar uma boa posição no mercado de trabalho não é fácil. Hoje em dia, empregos não dão em árvores e, para cada vaga preenchida, existem alguns bons candidatos por aí.
Mesmo que seu emprego não esteja lhe satisfazendo na medida em que você gostaria que estivesse, existem alguns pontos a serem analisados cuidadosamente antes de decidir pela saída. Tal reflexão auxilia no planejamento de futuros passos mais seguros em relação às escolhas profissionais, e nunca é bom repetir erros, não é mesmo?
O primeiro passo é avaliar cuidadosamente – e de forma mais honesta possível – o que lhe irrita (às vezes a palavra é exatamente essa) no seu atual emprego. Muitas vezes nos acostumamos a criticar nossos postos não pelas suas características intrínsecas, mas por continuidade em relação ao ambiente de trabalho como um todo, ou então por críticas à empresa, ao negócio, aos colegas…Portanto, nesse momento, vale retirar os ‘a prioris’ da crítica e focar no trabalho em si. O que vale a pena e o que não vale, na execução da atividade, nos contatos necessários a sua realização, entre outros fatores.
Em seguida, é recomendável que uma análise da própria carreira seja feita. Qual sua idade e formação? Seus amigos, ou conhecidos, da mesma idade, estão em uma posição profissional que você julga ser mais favorável ou menos favorável em relação a você? Normalmente, quem está insatisfeito no trabalho tem uma carga de insatisfação em relação a si próprio, só que de forma mais ou menos velada. E isso geralmente é transferido para o emprego, ao invés de ser trabalhado de forma mais racional, ou através de um self-improvement qualquer. Aqui, o que vale é analisar o que você colheu por aquilo que plantou – se é que plantou.
Após refletir sobre o quanto de sua insatisfação consigo próprio foi transferida para o seu trabalho, e o que do seu trabalho realmente lhe deixa insatisfeito – talvez seja a hora de planejar uma transição. Nos próximos posts vou trabalhar em cima desse tema.
Até!
